Cartazes sobre boas maneiras no metrô de Tóquio – parte II

31 08 2010

Eu estarei de pé (Julho de 1979)

O personagem Uesugi Teppei era um personagem bem popular de um mangá dos idos de 70 e neste cartaz incentiva os mais novos a cederem seus lugares aos mais velhos. Já não se fazem mais personagens de HQ como antigamente, um exemplo de educação!

Não tenha pressa de entrar no comboio (Abril de 1979)

Este cartaz alerta os passageiros para que não se apressem para o comboio no último momento .

O texto (かけこみ 禁 寺) é uma brincadeira com as palavras かけこみ 禁止(kakekomi Kinshi – “Não se apresse para o trem “) eかけこみ 寺(Kakekomi dera – – templo Kakekomi ), que no Japão é conhecido como um santuário para as mulheres casadas que fogem dos maridos.

Resumindo: o cartaz puxa a orelha dos apressadinhos de plantão, entendeu!?

Mostre claramente seu passe (Setembro de 1978)

Até o “grande” Napoleão tinha a obrigação de mostrar o seu passe aos atendentes do metrô ao passar pelos portões. Nada de privilégios!

Os seres humanos são esquecidos (Fevereiro de 1976)

 Astro Boy é figurinha carimbada dos animes e mangás e mostrando não ser apenas mais um rostinho bonitinho no emaranhado de referências pop, lembra os incautos passageiros de levarem seus pertences, ao saírem do metrô, ao entregar chapéu e guarda chuva (novamente ele) a seu criador Osamu Tezuka.

Quando o sino toca, é tarde demais (Abril de 1977)

No que diz respeito a pontualidade, Cinderela não é exemplo para ninguém.

Este cartaz , que mostra Cinderela correndo no toque da meia-noite, serve para avisar os passageiros contra o perigo de tentar correr para o comboio após o apito de partida.

Maria está cansada (Setembro de 1977)

E a Virgem Maria está cansada, não pelos pecados do mundo, mas sim pela falta de lugares no metrô. Quando vir uma pessoa com criança de colo seja educado e ceda o lugar. Principalmente se for Maria carregando o Menino Jesus!

Não fumar nos horários para não fumantes (Outubro 1980)

Mais um cartaz da série “é proibido fumar” na plataforma nos horários designados para não fumantes. Alguém saberia dizer quem é este personagem?

Você já bebeu demais (Outubro de 1976)

Poster direcionado novamente aos bebuns de fim ano, o detalhe é que começou a ser veiculado já no mês de outubro de 76.

O texto, traduzido livremente diz o seguinte: “Eu pareço com Papai Noel porque você bebeu demais. É só outubro. Se beber tenha cuidado com os outros passageiros”.

Wasureemon (Junho de 1980)

E mais uma vez eis que surge o nosso já conhecido amigo, Doraemon, lembrando de não esquecer o guarda chuva e sugerindo que se escreva o nome, o endereço de sua empresa ou escola em seus pertences.

Marcel Marceau (Outubro de 1978)

Parodiando o mímico francês Marcel Marceau, este cartaz faz um lembrete para que não se ocupe o assento reservado à idosos, gestantes e mulheres com crianças de colo. Um gesto que vale mais que mil palavras.

Eu pisei na goma (Março de 1980)

A imagem de um gato pisando um chiclete é um toque lúdico sobre a canção popular entre as crianças “Neko Funjatta(” Eu pisei em um gato “).

Será que é o nosso popular “atirei o pau no gato tô tô, mas o gato tô tô não morreu…”? E esse pescoço totalmente virado é alguma paródia ao filme “O Exorcista”? Mistérios nipônicos…

Mostre claramente o seu passe de trem (Setembro de 1976)

Mesmo quando passar voando em alta velocidade como o Superman pelas catracas, não deixe de mostrar claramente o seu passe para os atendentes.

Por favor, abra! (Julho de 1977)

Lembrete aos passageiros sentados à janela para deixar entrar ar fresco quando a temperatura estiver alta. Precisa dizer que o boneco está implorando: “Pelo amor de Deus alguém abra essa janela”?

Hora dos não fumantes (Novembro de 1982)

A imagem de John Wayne (ator hollywoodiano de filmes de western, também conhecidos como filmes de bang bang) na capa de uma simulação da revista Time serve como um lembrete para não fumar na plataforma durante os horários designados para os não fumantes ( 07:00-09h30 e 05:00-19:00 ).





Cartazes sobre boas maneiras no metrô de Tóquio – parte I

17 08 2010

No mínimo curiosos, os posteres foram veiculados no metrô de Tóquio de 1976 a 1982 e visavam alertar os passageiros sobre esquecimento de objetos (como se notará; principalmente de guarda chuvas) e boas maneiras. 

Os três monstros chatos do metrô (outubro de 1982)

O poster alerta sobre os três monstros chatos do metrô, mas que podem ser facilmente encontrados em ônibus, bancos de praça e outros locais públicos; o Neshii (o monstro dorminhoco), Asshii (o monstro da perna que impede a passagem) e o Shinbushii ( o monstro leitor de jornal). O que eles tem em comum? Espaçosos demais não acha? 

Não jogue chiclete na plataforma (setembro de 1976)

Que kriptonita nada, o ponto fraco do Super Homem mesmo é chiclete no chão, basta ver o olhar afetado da moçoila (nouuuuuuuussa). 

O monopolizador de assento (julho de 1976)

Utilizando como inspiração o magistral filme de Charlie Chaplin “O grande ditador” este poster visa alertar os típicos “folgados” de plantão a não ocuparem mais espaço no banco do que o necessário. Um clássico! 

Não se esqueça de seu guarda-chuva (junho de 1977)

Este cartaz parece ter sido feito para os homens esquecidos. Valendo-se da imagem da cortesã de alta classe Agemaki, alerta os incautos a não esquecerem seus guarda chuvas ao saírem do metrô. Como dizem por aí: “A uma gueixa dessas lá em casa!” 

Space Invader (março de 1979)

 Este cartaz homenageando um jogo de fliperama(ainda existe?) muito popular pelos idos de 70 incentiva os passageiros a ler seus jornais sem invadir o espaço alheio. 

Isami Ashi:aguarde atrás da linha branca (maio de 1979)

Os lutadores de Sumô em combate servem de lembrete aos passageiros para que se mantenham em segurança atrás da linha branca; coisa de japonês. 

Não se esqueça do seu guarda-chuva (outubro de 1981)

E nem Jesus sabia o que fazer com tantos guarda-chuvas que eram esquecidos no metrô de Tóquio. 

Shimatta (Março de 1977)

Cuidado com a bolsa ao entrar no metrô, o superhomem ao fundo está muito ocupado correndo atrás do rapaz de amarelo e não poderá salvá-la. 

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Tosse na plataforma (Janeiro de 1979)

Baseado em uma pintura do artista francês Toulouse Lautrec, este cartaz intitulado “Homu du Concon”, pede para que as pessoas não fumem na plataforma durante os horários designados para os não fumantes (07:00 – 09:30 e 17:00 – 19:00). A intenção do autor neste pôster é fazer um jogo de palavras com “concon” (som de tosse?) e “cancan” a dança francesa das moçoilas saltitantes.  

Sonho em casa (Dezembro de 1981)

Neste cartaz Doraemon (personagem clássico dos anos 80) vestido de Papai Noel alerta os “bebuns” de fim de ano a ficar em casa e não sair de metrô. 

O pensador (Maio de 1981)

Uma versão interessante do Pensador de Auguste Rodin que incentiva o passageiro a ser educado e não tomar o espaço alheio (vide Space Invader). 

Kappa (Agosto de 1979)

Mais um cartaz direcionado aos fumantes, para que evitem fumar nos horários designados para não fumantes. Esse bicho que parece uma tartaruga rodeada de cigarros é um Kappa, uma espécie de monstro aquático do folclore japonês que pode ser tanto benéfico como maléfico. Esse não está com cara de muitos amigos.

Guarda-chuvas deixados para trás no metrô (Junho de 1976)

Marilyn Monroe neste cartaz lembra os passageiros de não esquecerem seus guarda-chuvas quando saírem do metrô. Mas que guarda-chuva?

Fonte: pinktentacle.com





Seus super heróis como você nunca viu!

26 11 2009

  

 

 

 

 

  

  Este excelente trabalho de arte e outros mais você encontra no maravilhoso site www.worth1000.com, onde as imagens são manipuladas e se transformam em belas obras.





Conheça a casa dos Simpsons!

19 11 2009

Você  já pensou como seria a casa do Homer, Marge, Bart, Lisa, Maggie na vida real?

Pois agora não precisa mais se perder em meio a conjecturas, vamos matar sua curiosidade, graças uma réplica quase perfeita criada na cidade de Henderson perto de Las Vegas no ano 1997, por um grupo de arquitetos em uma competição. Os arquitetos enfrentaram alguns desafios para tornar a casa o mais real possível e bem…Vejamos o resultado!

Retiramos do www.chicclete.com. Dá uma passadinha lá!





Quem tem medo da Sexta feira 13?

13 11 2009
sexta-feira-13

Não estamos falando do filme do cara mau humorado de Mascara ...

Você é do tipo supersticioso, do tipo que não cruza com gato preto nem passa debaixo da escada? Então se for provavelmente você liga e muito para a mal fadada sexta feira 13, mas mesmo que não você não padeça de pavores por tais “crendices” você sabe o por quê da sexta feira 13 ser considerado um dia de azar?

gato_preto

Tem que sobrar pra mim, né ô...

Muitas são as explicações para o surgimento desta superstição, ao que parece as mais aceitas são as que remontam a crença na má sorte do número 13 às escrituras sagradas cristãs (Bíblia) e a correlação com a morte de Jesus Cristo, como explicaremos adiante.

Para a numerologia o número 12 é considerado um número completo pelo fato de apresentar uma regularidade: 12 meses do ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Cristo, 12 signos do zodíaco, ao contrário do seu vizinho 13 que é considerado um número irregular e sinal de infortúnio.

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Tudo eu, tudo eu...Assim não dá vou me embora pro alfabeto!

Segundo reza a tradição Cristo teria sido crucificado em uma sexta-feira13 uma vez que a Páscoa Judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan do calendário judaico e fez sua última ceia com (adivinhem) 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.

Porém tal afirmação não é unanimidade, já que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta – até em países cristãos – é estimado como símbolo de boa sorte.

Há também quem remonte a origem deste dia com o fim dos Cavaleiros Templários.

Felipe, o Belo, ordenou a prisão dos Cavaleiros Templários em todo o território francês na noite de 13 de Outubro de 1307, por meio de um iníquo processo jurídico, valendo-se inclusive de brutais torturas; o rei condenou alguns membros da Ordem à morte, acusou-os de idolatria, infidelidade, práticas homossexuais (utilizou até mesmo o símbolo dos Templários, um cavalo com dois cavaleiros, para justificar esta sua acusação) e diversos outros crimes para legitimar seu veredicto.

E não é muito azar? Acusados de crimes que não cometeram e abandonados pelo Vaticano é sacanagem azar mesmo.

Templario

E você achando que íamos falar de zumbis, bruxas, lobisomens, saci-pererê...Que nada é pura história! O Templário não me deixa mentir.

Sem contar o fato de que além da caça aos templários, a sexta-feira ficou conhecida por ser o dia de execuções oficiais, por exemplo, na Inglaterra, era esse o dia em que os prisioneiros eram enforcados; conta-se, ainda, que os condenados davam 13 passos até chegar ao local da corda.

Mais antigo que isso, porém, são as duas versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica.

 Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses, daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa. 

Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira), quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa, como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio e os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

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Eu sou bonzinho, não tenho culpa se papai é meio revoltado!

Há ainda um fato contemporâneo que ajudou e muito a sedimentar todo o ranço para com este dia; o acidente com a missão tripulada da NASA Apollo 13 em 1970.

 A missão que partiu da terra às 14h13 e no dia 13 de abril, dois dias depois do lançamento, foi abortada após uma explosão em um dos tanques de oxigênio, porém, os tripulantes conseguiram voltar ilesos para a Terra no dia 17 (mais sorte que o pessoal da Challenger, não acha?).

Por incrível que pareça ainda hoje, há prédios que não tem o andar 13, há ruas em que a numeração passa por 11, 12, 12,5 e 14 e segundo fontes de pesquisas existem países que tiraram o “número do azar” de sua loteria nacional.

Algumas pessoas levam tão a sério a superstição que chegam a desenvolver fobias em relação a ela e os nomes das fobias de 13 ou  sexta feira 13 são extremamente estranhos, ou você já ouviu falar de triskaidekaphobia que é nada mais que um medo irracional e incomum do número 13?

E há ainda o medo específico da sexta-feira 13 que é chamado de paraskavedekatriaphobia ou Parascavedecatriafobia, ou ainda Frigatriscaidecafobia (ufa!).

Segundo Robert B. Taylor que escreveu o livro “White Coat Tales”, um escritor russo chamado Sholom Aleiehem, que viveu no século XIX, tinha triskaidekaphobia, ele morreu num dia 13 mas se você visitar sua lápide, num cemitério de Glendale, Nova York, vai encontrar a data 12 de maio de 1916.

bruxa-satanica

Por Asteroth...É proibido agora um grupo de distintas senhoras se reunirem para uma biribinha e uns comes e bebes?

Mas nem só de maus agouros vive esta data em outras culturas este número é considerado símbolo de sorte.

 Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes budistas apresentam normalmente 13 estátuas de Buda.

Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas.

Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, “E pluribus unum” (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

Sem contar o famoso flerte do ex técnico de futebol Mário Jorge Lobo Zagallo com o número 13, que considera o número de muita sorte, lógico que não necessariamente vinculado à sexta feira.

miau 13

E você tem medo da sexta feira 13?

JasonV

Fala agora quem é o mau humorado mascarado?

Fontes: G1; wikipédia, mundo-afora.com.br; veritatis.com.br; universia; otempo.com.br.





Da série é de matar um cara desses: nomes infelizes de pessoas – parte I

10 11 2009

Que o brasileiro é extremamente criativo disso não há dúvidas, mas e quando a criatividade pende para o bizarro? Se você é daqueles que odeia seu nome leia atentamente este post e com certeza depois disto sua vida nunca mais será a mesma…

 

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MELEQUÉSIO NÃÃÀÃOO É GELEKÉSIO PÔ!

 

É sabido por exemplo que o escritor Oswald de Andrade era um grande sacana  provocador e adorava chocar a sociedade paulista do início do séc. XX, não pensou duas vezes em dar aos seus dois filhos os nomes de Lançaperfume Rodometálico de Andrade e Rolando Pela Escada Abaixo de Andrade, traumatizante? Pois então espera pra ver…

 O sociólogo Mário Souto Maior recolheu os nomes mais bizarros e publicou um livro intitulado “Nomes Próprios Pouco Comuns” no qual o desfile de criatividade vai ao extremo, veja só:  Abc Lopes, Água Doce Engrossa, Alho Borda d’água, Benvinda da Purificação Carrega Tudo Bom Duarte, Xarope Pau Mole, Forte Homem, Maria Rijo Rosado Bago d’UvaCavalo Antônio, Céu Azul do Céu Poente, Colapso Cardíaco da Silva, Cólica de Jesus, Crissopasso Compasso, Dezênio Fevereiro de Oitenta e Cinco, Dinossauro Carlos da Silva Rios, Dourado Peitudo, Doroteu Katisplaciano Silva, Dorodhovío dos Anjos, Esparadrapo Clemente de Sá, F. A. Mão de Ferro Cara de Anjo, Jápodeis da Pátria Torres, José Barata do Alto, José Ricardo Pinto Amém, Jesus de Nazareno Feio, Íngledesd Além Mek Maia Duarte,, Pauderney Avelino, Marco Dá Ré, Nostradamus Brasileiro do Acre, Otávio Bundasseca, R. Carrapiço Cara de Anjo, Rolando Emídio da Torre da Igreja, Safira Azul Esverdeada, Volga Polo Norte Trugueiros, Virgindalha Lopes da Silva, Zabumba Andrade Andreis e tantos outros, apenas uma amostra do leque de opções caso lhe apeteça algum nome.

 

 

Pensando bem

Pensando bem Erundino é lindo!

 

E não pense que estes nomes são fruto de algum surto psicótico ou euforia etílica pelo nascimento do novo rebento, existem fundamentos quase “metafísicos” que justificam as ridículas curiosas escolhas como o caso de Maria de Jesus Galisa, de 21 anos e solteira, teve um filho a quem chamou Skylab, em homenagem ao laboratório espacial norte-americano que caiu no mesmo dia em que a criança nasceu, como era pobre escreveu uma carta à NASA pedindo-lhe que a ajudassem a criar o seu filho, na esperança que fossem mais responsáveis que o pai dele… Na cidade de Belém do Pará conta-se a história de uma família da ilha do Marajó onde os pais resolveram dar aos filhos nomes terminados exclusivamente em “baldo”: Ubaldo e Vilebaldo. Ao terceiro filho o pai decidiu que já eram muitos e decidiu que aquele seria o último, razão pela qual o miúdo se veio a chamar Parabaldo. Infelizmente houve mais uma gravidez imprevista e a solução foi chamar Seguebaldo à pobre criança…

ze-pequeno

Dadinho é o c*@%! Meu nome é Zé Pequeno P*%@!

 

 

Na mesma Belém do Pará outra família deu aos filhos os nomes de Prólogo, Soneto, Ementa e, pensando que aquele seria o último, Epílogo de Campos. Contudo veio a nascer mais uma criança – uma menina: Errata de Campos. Por seu lado, Epílogo de Campos (recentemente falecido) para manter a tradição literária da família baptizou os seus filhos com os nomes sugestivos de Estrophe, Poesia, Verso e Pessoína – em homenagem a Fernando Pessoa, claro está!

 

No Ceará, depois de muitos anos de matrimônio, e sempre tentando ter o tão sonhado herdeiro, um casal conseguiu enfim ter uma menina. Os pais ficaram tão contentes que a registaram com o nome de Formusura Perfeita Ideal do Nascimento. Segundo as más línguas a menina cresceu e, infelizmente, não fez jus ao seu nome: era conhecida por Feiura Perfeita… Um jornalista do recife contou que conheceu duas gêmeas chamadas Difuntina e Finadina, primas de uma tal Filosofina. E pasmem, pelos registros parece que no bairro carioca de Santa Teresa há duas irmãs com os nomes de Mijardêmia e Merdanésia…Depois dessa fica fácil aceitar o fato de se chamar Sebastião ou Aladin. Nos próximos posts mais perólas e as saídas para quem tem o nome, digamos, sui generis. Espera que ainda não acabou!

Fontes: Souto Maior; blog.uncovering.org; wikipédia.